Terça-feira, 23 de Março de 2010

TRISTÃO DA SILVA CANTA O FADO «MULHER DEIXADA»

 

 

Manuel Martins Tristão da Silva  nasceu em Lisboa na Penha de França, em 17 de Julho de 1927.

Em 1937 usava o nome artístico Manuel da Silva passando a ser apelidado de “Miúdo do Alto Pina” e aos 10 anos de idade é contratado pelo empresário José Miguel para actuar no Café Mondego, de que este é proprietário, mas devido a ser menor, a Inspecção de Espectáculos só lhe permite actuar aos Domingos às “matinée”.

Adopta finalmente o nome artístico de Tristão da Silva, tendo durante a sua carreira tido imensos êxitos. È raro o poeta que não deseja que ele interprete os seus poemas.

È frequentemente convidado para actuar fora do país, principalmente no Brasil, onde chega a ter um restaurante típico com cozinha portuguesa e com Fados, nunca esquecendo o colorido e o tipicismo da sua Lisboa, onde acabou por regressar.

O seu vasto repertório dividia-se entre o fado e a canção, mas Tristão da Silva, com o seu grande talento deliciava-nos com as suas interpretações, dando-lhe tal “garra” fazendo sobressair a sua alma fadista. Um infeliz acidente levou-o prematuramente.


publicado por artistasdeoutrostempos às 11:25
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Segunda-feira, 15 de Março de 2010

FERNANDA PERES CANTA «MARCHA DE BENFICA»

 

 

 

 

Participou em 1957 no Festival da Canção Latina em Génova com um êxito do seu reportório "Nem Às Paredes Confesso".
Muito solicitada para espectáculos ao vivo por todo o país, actuou ainda nas antigas colónias portuguesas em África, nos Açores e na Madeira.
Em 1967 no auge da carreira decidiu pôr fim à vida artística, apenas regressando em meados dos setenta para regravar os seus maiores sucessos a convite da Editora Riso e Ritmo. Neste disco tem a participação nas guitarras de Jaime Santos, nas violas de J.Santos Júnior e na direcção de orquestra de Manuel Viegas. Um singelo registo para a posteridade.
música: «Marcha de Benfica»

publicado por artistasdeoutrostempos às 22:41
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Sábado, 13 de Março de 2010

FERNANDA PERES CANTA O FADO «GOSTO DE UM MARINHEIRO»

 

 

Dona de uma excelente voz e de uma bela presença física, Fernanda Peres estreou-se em 1952 no filme "Eram 200 Irmãos" ao lado de outros conhecidos actores como Vasco Santana, Rui de Carvalho e Humberto Madeira. Para esse filme estreou dois fados de grande sucesso da autoria de José Galhardo e Frederico Valério "Eu Gosto Dum Marinheiro" e "Eu Gosto De Ti".
A partir de 1956 começou a aparecer nos programas experimentais da RTP transmitidos em directo da Feira Popular.

 

música: «Gosto de um Marinheiro»

publicado por artistasdeoutrostempos às 11:37
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Quinta-feira, 11 de Março de 2010

FERNANDA PERES CANTA O FADO «GOSTO DE TI»

 

 

Fernanda Peres foi uma das mais consagradas fadistas nacionais, muito popular na década de 50 e 60. Nasceu a 13 de Março de 1934 no Bairro Alto, Lisboa.
Começou a cantar desde muito jovem, com apenas 10 anos e ficou conhecida como a Miúda do Bairro Alto.
Aos 17 anos venceu o Concurso Nacional das Jovens Fadistas da Emissora Nacional que de imediato a contratou.

música: «Gosto de Ti»

publicado por artistasdeoutrostempos às 19:53
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Domingo, 7 de Março de 2010

MARIA CLARA CANTA «FIGUEIRA DA FOZ»

 

 

 

Maria Clara, aliás Maria da Conceição Ferreira Machado Vaz de seu nome verdadeiro, nasceu em Lisboa em 1923. A artista iniciou-se no teatro com a opereta "A Costureirinha da Sé" ao lado de António Vilar. Rapidamente torna-se numa das primeiras estrelas da rádio, tendo sido eleita representante portuguesa no Festival Internacional da Rádio, em 1953. Maria Clara gravou inúmeros discos, nos quais imortalizou canções como 'Figueira da Foz', 'Marcha do Outono', 'Ó Zé Aperta o Laço' e 'As Pedras Que Tu Pisas'. Maria Clara passou pela sétima arte, com uma pequena aparição no filme "Três Espelhos", onde aparece a cantar um belo fado.
Maria Clara, de 85 anos, foi casada com professor e médico Júlio Machado de Sousa Vaz com quem teve um filho, o psicólogo Júlio Machado Vaz.
música: "Figueira da Foz"

publicado por artistasdeoutrostempos às 13:21
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Sábado, 6 de Março de 2010

ALBERTO RIBEIRO CANTA «ROSA DE ALFAMA»

 

De 1951 em diante, Alberto Ribeiro quase exclusivamente se dedicou à sua carreira no Brasil, onde passou a maior parte do tempo, até porque, entretanto, se dedicou a uma vida comercial e adquiriu vários imóveis, que lhe absorveram grande parte do tempo. Em 1958 é produtor associado do filme «O Homem do Dia». No seu regresso definitivo a Portugal, no inicio dos anos sessenta, Alberto Ribeiro reaparece nos palcos do Parque Mayer, na opereta «Nazaré», ao lado de Deolinda Rodrigues e Mimi Gaspar. O reaparecimento de Alberto Ribeiro é um sucesso. Volta a fazer várias digressões por vários países, regressando a Portugal, justamente no momento em que começavam as filmagens do filme «Canção da Saudade», um filme de características musicais, e onde não podia faltar o então nosso mais representativo cantor. Neste filme de Henrique de Campos, uma co-produção com Espanha, Alberto Ribeiro surge na versão portuguesa, cantando o «Fado Hilário», enquanto que na versão espanhola surgia cantando o fado «Coimbra». De repente, no auge de sua popularidade e prestígio, sem qualquer explicação, abandona a vida artística, não mais voltando aparecer em público. Morre em 2000, longe da ribalta e do público que sempre o admirou.

música: "Rosa de Alfama"

publicado por artistasdeoutrostempos às 12:46
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Segunda-feira, 1 de Março de 2010

ALBERTO RIBEIRO CANTA A CANÇÃO «CASINHA BRANCA»

 

 

Depois de 8 meses de permanência no Brasil, Alberto Ribeiro regressa a Portugal, onde é convidado por Henrique de Campos para protagonizar a sua próxima película: «Cantiga da Rua». Neste filme, Alberto Ribeiro actua ao lado da estreante Deolinda Rodrigues e o filme é um autêntico sucesso de bilheteira. Aliás, devido ao enorme êxito do filme, foi realizada uma opereta com o mesmo título, e os mesmos intérpretes, estreada a 9 de Abril de 1950, no teatro Maria Vitória. A partir daí, a sua carreira não mais parou de alcançar sucessos. Viajou ao México, Estados Unidos, várias vezes ao Brasil, Venezuela, as nossas antigas províncias de Angola e Moçambique. Aliás é nessa altura, em que forma um agrupamento artístico para ir às nossas antigas províncias, que contrata uma jovem actriz espanhola, Elita Martos, por quem se apaixonaria e acabaria por casar. Em 1953 regressa às telas de cinema com o filme «Rosa de Alfama». Mais um sucesso de bilheteira.

CONTINUA…

música: «Casinha Branca»

publicado por artistasdeoutrostempos às 23:09
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