Sábado, 27 de Fevereiro de 2010

ALBERTO RIBEIRO CANTA A CANÇÃO «O EMIGRANTE»

 

Em 22 de Abril de 1947, Alberto Ribeiro dá um novo passo em frente na sua carreira, faz pela primeira vez uma viagem ao Brasil, contratado pela Rádio Nacional do Rio de Janeiro, por dois meses que depois foram prolongados por mais dois e logo mais quatro, em várias cidades. Embora contratado para actuar na Rádio, a sua apresentação, dada a fama que o precedia, não podia processar-se nos limites reduzidos do «auditorium» daquela estação. E assim, fez-se num local onde, pela sua lotação, pudesse Alberto Ribeiro ter à sua volta o maior número possível dos que desejavam ver e ouvir o cantor de Portugal, já então aureolado de fama internacional. E o publico que assistiu à sua estreia no Teatro João Caetano, não regateou aplausos ao cantor luso contratado pela maior emissora brasileira. Dias depois, actuava na Boite «Night and Day», conhecida e prestigiada casa nocturna. A convite do realizador português, Chianca de Garcia, então radicado no Brasil, Alberto Ribeiro actuou como atracção internacional na revista «Leilão de Garotas» no mesmo teatro onde se estreara no Brasil, o Teatro João Caetano. Além do Rio de Janeiro, Alberto Ribeiro actuou na Rádio Bandeirante, em S. Paulo, e ainda no Belém do Pará e no Recife. Após uma estadia de 8 meses, Alberto Ribeiro regressa a Portugal.

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música: «O EMIGRANTE»

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Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2010

ALBERTO RIBEIRO CANTA O FADO «ADEUS LISBOA»

 

 

Gravou inúmeros discos em Barcelona dos seus maiores êxitos: «Marco do Correio», «Ojazos Negros», «Balão, Balão», «Orillas del Niño», «Guadiana», e outros que foram transmitidos em todas as emissoras de Espanha. A sua popularidade sempre crescente valeu-lhe um contrato para actuar no filme espanhol «Un Ladrón de Guante Blanco». Filme inteiramente rodado em Barcelona, nos estúdios da «Trilla», contava no seu elenco com apenas artistas espanhóis, exceptuando Alberto Ribeiro e o cómico Óscar de Lemos. De regresso a Portugal, é contratado por Pierro, pelo cachet maior que se havia pago no teatro português, para interpretar várias operetas, entre as quais «Mouraria», ao lado de Amália Rodrigues, e que foi o maior êxito teatral em 1947. De tal forma, aquele par ganhou agrado do publico que Armando de Miranda resolveu reuni-los no filme «Capas negras», que esteve vinte e cinco semanas em cartaz.
Estes dois filmes serviram para consolidar o êxito de Alberto Ribeiro. Logo de seguida, é convidado por Henrique de Campos para interpretar sete documentários musicais: «Marco do Correio»; «Fado Hilário»; «Canção Fadista»; «Catraia do Porto»; «Rainha Santa»; «Guadiana» e «Candeeiro da Esquina». Aliás, já em 1946, Alberto Ribeiro tinha gravado uma canção para o filme «Um Homem do Ribatejo».

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música: «Adeus Lisboa»

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Quarta-feira, 17 de Fevereiro de 2010

ALBERTO RIBEIRO CANTA O FADO «MARIA SEVERA»

 

 

Em 1939, Alberto Ribeiro estreia-se no teatro Apolo, com a revista «Toma lá Cerejas». O sucesso foi enorme. A partir daí nunca mais parou, participando em uma larga dezenas de revistas e operetas, tais como: «Alvorada de Amor»; «Colete Encarnado»; «Os Sinos de Corneville»; «A Viúva-alegre»; «As Pupilas do Sr. Reitor», opereta levada a cabo no Coliseu, onde interpretou o papel de Pedro; «Traviata»; «Nazaré»; «Alfacinha de gema»; «A Leiteira de Entre-Arroios»; «Bolacha Americana»; «Tiro-Liro»; «Sempre em Pé»; «Alto Lá com o Charuto»; «O Mundo em Marcha»; «Essa é que é Essa»; «Na Ponta da Unha»; «O Mar Também Tem Amantes»; «Sol de Portugal» e «Cantiga da Rua». Em 1944 Célia Gamez, a maior figura do teatro popular de Espanha, vem expressamente a Lisboa para ouvi-lo cantar e logo o contrata como primeira figura da sua Companhia de Revistas. Assim parte para Espanha, onde durante 18 meses alcança um sucesso sem precedentes.
Alberto Ribeiro começa a percorrer a Espanha, interpretando operetas de grande classe e espectáculo, tais como: «La Cinecienta del palace»; «Yola», «Rumbo a Pique». O seu cartaz em Espanha começa a aumentar e não tarda a receber propostas mais vantajosas para si.

CONTINUA...

música: «Maria Severa»

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Domingo, 14 de Fevereiro de 2010

ALBERTO RIBEIRO CANTA «MEU BALÃO»

 

 

Alberto Dias Ribeiro, de seu nome completo, nasce em Ermesinde, localidade perto do Porto, a 29 de Fevereiro de 1920. Filho de um comerciante muito considerado na sua localidade, tudo indicava que Alberto Ribeiro iria seguir as pisadas de seu pai. Mas certo dia, quando tinha apenas oito anos de idade, Cristiano, seu irmão mais velho, que gostava de tocar guitarra, pede-lhe que cante acompanhando-o à guitarra. De inicio, ele procurava fugir a tal «frete», mas com o passar do tempo, o gosto pela música começa a crescer. Com nove anos, termina os seus estudos, ao concluir o exame da quarta classe. É nesta altura que a sua família muda-se para o Porto. Certa noite, estando Alberto Ribeiro e seu pai num conhecido café da Invicta, «o Portugal», local onde se cantava o fado, um amigo da família fala ao dono do café sobre ele, e é assim que Alberto Ribeiro se estreia a cantar em público. O sucesso é tal, que o dono do café o contrata por 15 escudos por dia, e isto com apenas 10 anos de idade. Com 15 anos, muda-se para Lisboa. Sem dinheiro nenhum, emprega-se numa fábrica de tecelagem, mas isso muda rapidamente pois ao fim de uma semana apenas, já estava contratado para cantar no «café Luso». Passa a estudar canto, com a professora D. Maria Antónia Palhares, que mal o conhece e ao escutar a sua voz, prevê que aquele jovem se tornaria em breve num ídolo nacional.

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Sábado, 13 de Fevereiro de 2010

CELESTE RODRIGUES CANTA O FADO «PODE SER MENTIRA»

 

 
 
Maria Celeste Rebordão Rodrigues, celebrizada como Celeste Rodrigues (Fundão, 14 de Março de 1923) é uma fadista portuguesa, irmã mais nova de Amália Rodrigues.

Começou a cantar naturalmente na infância, tal como fazia a irmã. Porém, seguiram caminhos diferentes no fado. Profissionalmente, começa a cantar no Casablanca, em 1951 e, desde então, vive como fadista nos bairros típicos de Lisboa. É hoje uma referência do fado castiço, ao contrário da irmã, apogeu do fado moderno, e é uma das fadistas mais antigas ainda activas, assim como Argentina Santos e Maria Amélia Proença.
Com 25 anos, casa com Varela Silva, actor português. Teve aos 17 anos, no entanto, um romance com o toureiro Zé Casimiro. Abrem prontamente uma casa de fados na Rua das Taipas: A Viela. Todavia, esta fechou as suas portas, e Celeste passou então a cantar na Parreirinha de Alfama, de Argentina Santos.
Depois da Revolução dos Cravos, emigra para o Canadá, onde se divorciou do marido que lhe dera duas filhas.
Trabalhou diversas vezes com jovens artistas, alguns já com renome internacional, como Luís Guerreiro, hoje guitarrista de Mariza, e Luís Varatojo. Embora sem discografia intensa, gravou alguns êxitos como Lenda das Algas, Já é tarde e o simbólico Fado Celeste. O papel de Celeste Rodrigues no musical de Filipe Lá Féria, Amália, foi interpretado pela actriz Paula Marcelo.
Junto com outros expoentes do fado de Lisboa, foi convidada por Ricardo Pais a cantar no palco do Teatro Nacional São Carlos, no espectáculo Cabelo branco é saudade. Entre as mais célebres salas em que já actuou encontram-se a Citè de la Musique, Paris, o Auditório de Roma e a Casa da Música, no Porto.
Em 2007 integra a colectânea de fado Eles e elas, da Som Livre, entre outros grandes nomes do fado como Amália Rodrigues, Maria Teresa de Noronha, Hermínia Silva, Mariza, Alfredo Marceneiro, Carlos do Carmo ou Fernando Maurício, com o fado Fado das Queixas. O disco esteve várias semanas no top nacional de colectâneas.
O seu último trabalho discografico a ser lançado foi o CD Fado Celeste.

(F0NTE WIKIPÉDIA)
música: «pode ser mentira»

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Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010

FERNANDA BAPTISTA E ANITA GUERREIRO CANTAM «DUAS MULHERES, O MESMO FADO»

 

 

 
Um belo fado cantado por duas grandes fadistas: Fernanda Baptista e Anita Guerreiro. As fotos foram gentilmente cedidas por Miguel Villa. Dedico este vídeo à filha da Fernanda e à Anita Guerreiro.

FERNANDA

A HISTÓRIA DO MEU AMOR
A BEM POUCO SE RESUME
UM TERNO OLHAR,UMA FLOR
UMA LAREIRA ARDER,CIUME
UM RESTO QUE FOI A VIDA,PASSADO,ILUSÃO,MAIS NADA
E NESSE SONHO ENVOLVIDA
JÁ LOUCA E PERDIDA
EU FUI ARRASTADA
Á LUZ SOMBRIA,DUMA LANTERNA ENCARNADA
CRUZEI UM DIA A PORTA DAQUELA ESCADA
PERDEU-ME ESSA PAIXÃO E TODO O CORAÇAO
MAS DESSE AMOR EM BREVE RETARDOU
DESDE DESSA HORA,NAO MAIS O VI
FOI-SE EMBORA E EU FIQUEI A ONDE ESTOU

ANITA

A HISTÓRIA DO MEU AMOR
NASCEU DUM OLHAR ARDENTE
UM BREVE AROMA DE FLOR
E UM TERNO BEIJO SOMENTE
FOI UMA ILUSÃO DE UM DIA
PROMESSA DE TAL VENTURA
QUE NEM SEQUER PERCEBIA QUE EU PROPRIA CORRIA
PRA MINHA AMARGURA
Á LUZ SUMIDA
DUMA LANTERNA ENCARNADA
DESCI VENCIDA OS DEGRAUS DAQUELA ESCADA
AQUELE AMOR FATAL
MENTIA-ME E AFINAL
QUANDO ELE O CORAÇAO ME DESTROÇOU
DESDE ESSA HORA NÃO MAIS O VI FOI-SE EMBORA E EU FIQUEI ONDE ESTOU


AS DUAS

O MESMO FADO
NOVELA DE AMOR MALDITO
TRISTE E CHORADO
NO MESMO LIVRO FOI ESCRITO
AQUELE QUE O CONCEBEU
FOI O MESMO QUE ESCREVEU
AO MESMO AMOR FATAL NOS ATIROU
MALDITO FADO
O MESMO ENRREDO E PECADO
NOS PERDEU E JUNTOU
música: «Duas Mulheres, o Mesmo Fado»

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Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2010

FERNANDA BAPTISTA - UM ÍCONE DO FADO

 

No inicio dos anos 90 é homenageada no teatro são Luiz em Lisboa pelos seus 50 anos de carreira.
Foi madrinha de várias marchas populares sendo de destacar a do bairro da ajuda e da Madragoa onde ficou como madrinha honorária.
Continuou a sua carreira actuando pelo país mas com mais calma.
Em 2003 a convite de Henrique Feist volta de novo aos palcos do teatro musicado para integrar o elenco do espectáculo “esta vida é uma cantiga”ai é condecorada pelo então ministro da cultura Pedro roseta com a comenda de ordem de mérito.
Em 2005 a convite de Felipe lá Feria integra o elenco do musical “canção de Lisboa”e assim se despedia definitivamente dos palcos e das cantigas aos 87 anos de idade.
No teatro Politeama foi descerrada uma placa comemorativa da sua passagem pelo musical de Felipe lá feria bem como pela sua importância a nível cultural, no teatro Maria vitória foi-lhe dada uma poltrona com o seu nome e em 2008 o presidente da câmara municipal de Lisboa condecorou-a com a medalha da cidade de Lisboa.
Gravou centenas de discos e foram já reeditadas algumas edições em cd dos seus maiores sucessos
Foi considerada a maior voz do teatro de revista.
Faleceu em cascais em 24 de Julho de 2008.
Um ano após o seu falecimento a junta de freguesia de santos o velho e Miguel Villa prestaram-lhe uma homenagem apresentando a exposição “Fernanda Baptista - a maior voz do teatro de revista” onde a sua carreira era recordada por fotografias, cartazes de revistas em que participou, programas caricaturas, discos, adereços vários e guarda roupa usado pela artista.

 

 

BIOGRAFIA DE FERNANDA BAPTISTA GENTILMENTE CEDIDA POR MIGUEL VILLA

 

 

 


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Terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010

FERNANDA BAPTISTA CANTA O FADO "JÓIA SAGRADA"

 

 
Em 1957 participou na revista “Cidade Maravilhosa” onde com Anita guerreiro cantou a marcha “Ai ai Lisboa” vindas da cúpula do coliseu e sem microfone.
A solo ou integrada no elenco de revistas fez espectáculos de norte a sul do pais e no estrangeiro, só aos Estados Unidos foi 17 vezes e varias vezes ao Brasil, França e Argentina, Angola e Alemanha.
Fernanda Baptista fez ainda parte do elenco dos grandes programas da rádio em Portugal como “O comboio das 6 e meia” de Igrejas Caeiro e “chá das seis”.
Na televisão participou em imensos programas sendo de destacar mais recentemente “grande noite “ e “cabaret” de Felipe lá feria
Foi nos últimos anos homenageada em vários programas diários de televisão.
Em 1990 e após uma ausência dos palcos da revista reaparece no teatro Capitólio na revista “ai cavaquinho” e logo depois no teatro variedade na revista “vivo velho”
E anuncia a sua despedida dos palcos do teatro.

 

CONTINUA...

 

BIOGRAFIA DE FERNANDA BAPTISTA GENTILMENTE CEDIDA POR MIGUEL VILLA

 

música: Fernanda Baptista

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Segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010

FERNANDA BAPTISTA CANTA O FADO "RISO MASCARADO"

 

 

 

Em 1950 é convidada para participar no espectáculo de estreia do cinema tropical em Luanda, aí permanece durante dois anos, havia de lá voltar e ai viver até á descolonização.
De regresso a Portugal volta de novo a trabalhar no teatro
Depois parte rumo ao Brasil onde esteve durante ano e meio seguindo depois para a Argentina
Com mais de 65 anos de carreira Fernanda Baptista participou em cerca de 45 revistas no parque Mayer, 4 operetas, 2 comédias e um filme “Sol e Touros” ao lado de Amália Rodrigues e Manuel dos Santos.
No teatro de revista foi cabeça de cartaz ao lado de nomes como Vasco Santana, Eugénio Salvador, Barroso Lopes, Teresa Gomes, Anita Guerreiro, Ivone Silva, António Silva, Natalina José, Mariema, Vera Mónica, Carlos Coelho, Helena Tavares e tantos outros grandes nomes da sua época.
 
CONTINUA...

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Domingo, 7 de Fevereiro de 2010

FERNANDA BAPTISTA CANTA «O FADO CHEGOU AO CÉU»

 

 

Aos 12 anos de idade perde o pai e inicia a sua vida profissional ajudando a mãe na costura. Incentivada pelas colegas de profissão Fernanda baptista participa no concurso promovido pelo jornal “guitarra de Portugal” e ganha um 2º lugar. Estreia-se como fadista profissional no café luso pela mão de Felipe Pinto no inicio dos anos 40. Estreia-se como profissional no teatro em 1945 na sequência de um convite do maestro João Nobre para participar na revista “Banhos de Sol” no teatro Maria Vitoria no Parque Mayer É precisamente no Parque Mayer e no teatro Maria Vitoria que Fernanda Baptista canta um dos seus maiores sucessos o “Fado da Carta”.

CONTINUA...

BIOGRAFIA DE FERNANDA BAPTISTA GENTILMENTE CEDIDA POR MIGUEL VILLA

 

 


publicado por artistasdeoutrostempos às 11:01
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