Sábado, 6 de Março de 2010

ALBERTO RIBEIRO CANTA «ROSA DE ALFAMA»

 

De 1951 em diante, Alberto Ribeiro quase exclusivamente se dedicou à sua carreira no Brasil, onde passou a maior parte do tempo, até porque, entretanto, se dedicou a uma vida comercial e adquiriu vários imóveis, que lhe absorveram grande parte do tempo. Em 1958 é produtor associado do filme «O Homem do Dia». No seu regresso definitivo a Portugal, no inicio dos anos sessenta, Alberto Ribeiro reaparece nos palcos do Parque Mayer, na opereta «Nazaré», ao lado de Deolinda Rodrigues e Mimi Gaspar. O reaparecimento de Alberto Ribeiro é um sucesso. Volta a fazer várias digressões por vários países, regressando a Portugal, justamente no momento em que começavam as filmagens do filme «Canção da Saudade», um filme de características musicais, e onde não podia faltar o então nosso mais representativo cantor. Neste filme de Henrique de Campos, uma co-produção com Espanha, Alberto Ribeiro surge na versão portuguesa, cantando o «Fado Hilário», enquanto que na versão espanhola surgia cantando o fado «Coimbra». De repente, no auge de sua popularidade e prestígio, sem qualquer explicação, abandona a vida artística, não mais voltando aparecer em público. Morre em 2000, longe da ribalta e do público que sempre o admirou.

música: "Rosa de Alfama"

publicado por artistasdeoutrostempos às 12:46
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Segunda-feira, 1 de Março de 2010

ALBERTO RIBEIRO CANTA A CANÇÃO «CASINHA BRANCA»

 

 

Depois de 8 meses de permanência no Brasil, Alberto Ribeiro regressa a Portugal, onde é convidado por Henrique de Campos para protagonizar a sua próxima película: «Cantiga da Rua». Neste filme, Alberto Ribeiro actua ao lado da estreante Deolinda Rodrigues e o filme é um autêntico sucesso de bilheteira. Aliás, devido ao enorme êxito do filme, foi realizada uma opereta com o mesmo título, e os mesmos intérpretes, estreada a 9 de Abril de 1950, no teatro Maria Vitória. A partir daí, a sua carreira não mais parou de alcançar sucessos. Viajou ao México, Estados Unidos, várias vezes ao Brasil, Venezuela, as nossas antigas províncias de Angola e Moçambique. Aliás é nessa altura, em que forma um agrupamento artístico para ir às nossas antigas províncias, que contrata uma jovem actriz espanhola, Elita Martos, por quem se apaixonaria e acabaria por casar. Em 1953 regressa às telas de cinema com o filme «Rosa de Alfama». Mais um sucesso de bilheteira.

CONTINUA…

música: «Casinha Branca»

publicado por artistasdeoutrostempos às 23:09
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Sábado, 27 de Fevereiro de 2010

ALBERTO RIBEIRO CANTA A CANÇÃO «O EMIGRANTE»

 

Em 22 de Abril de 1947, Alberto Ribeiro dá um novo passo em frente na sua carreira, faz pela primeira vez uma viagem ao Brasil, contratado pela Rádio Nacional do Rio de Janeiro, por dois meses que depois foram prolongados por mais dois e logo mais quatro, em várias cidades. Embora contratado para actuar na Rádio, a sua apresentação, dada a fama que o precedia, não podia processar-se nos limites reduzidos do «auditorium» daquela estação. E assim, fez-se num local onde, pela sua lotação, pudesse Alberto Ribeiro ter à sua volta o maior número possível dos que desejavam ver e ouvir o cantor de Portugal, já então aureolado de fama internacional. E o publico que assistiu à sua estreia no Teatro João Caetano, não regateou aplausos ao cantor luso contratado pela maior emissora brasileira. Dias depois, actuava na Boite «Night and Day», conhecida e prestigiada casa nocturna. A convite do realizador português, Chianca de Garcia, então radicado no Brasil, Alberto Ribeiro actuou como atracção internacional na revista «Leilão de Garotas» no mesmo teatro onde se estreara no Brasil, o Teatro João Caetano. Além do Rio de Janeiro, Alberto Ribeiro actuou na Rádio Bandeirante, em S. Paulo, e ainda no Belém do Pará e no Recife. Após uma estadia de 8 meses, Alberto Ribeiro regressa a Portugal.

CONTINUA…

música: «O EMIGRANTE»

publicado por artistasdeoutrostempos às 12:50
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Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2010

ALBERTO RIBEIRO CANTA O FADO «ADEUS LISBOA»

 

 

Gravou inúmeros discos em Barcelona dos seus maiores êxitos: «Marco do Correio», «Ojazos Negros», «Balão, Balão», «Orillas del Niño», «Guadiana», e outros que foram transmitidos em todas as emissoras de Espanha. A sua popularidade sempre crescente valeu-lhe um contrato para actuar no filme espanhol «Un Ladrón de Guante Blanco». Filme inteiramente rodado em Barcelona, nos estúdios da «Trilla», contava no seu elenco com apenas artistas espanhóis, exceptuando Alberto Ribeiro e o cómico Óscar de Lemos. De regresso a Portugal, é contratado por Pierro, pelo cachet maior que se havia pago no teatro português, para interpretar várias operetas, entre as quais «Mouraria», ao lado de Amália Rodrigues, e que foi o maior êxito teatral em 1947. De tal forma, aquele par ganhou agrado do publico que Armando de Miranda resolveu reuni-los no filme «Capas negras», que esteve vinte e cinco semanas em cartaz.
Estes dois filmes serviram para consolidar o êxito de Alberto Ribeiro. Logo de seguida, é convidado por Henrique de Campos para interpretar sete documentários musicais: «Marco do Correio»; «Fado Hilário»; «Canção Fadista»; «Catraia do Porto»; «Rainha Santa»; «Guadiana» e «Candeeiro da Esquina». Aliás, já em 1946, Alberto Ribeiro tinha gravado uma canção para o filme «Um Homem do Ribatejo».

CONTINUA...

música: «Adeus Lisboa»

publicado por artistasdeoutrostempos às 00:39
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Quarta-feira, 17 de Fevereiro de 2010

ALBERTO RIBEIRO CANTA O FADO «MARIA SEVERA»

 

 

Em 1939, Alberto Ribeiro estreia-se no teatro Apolo, com a revista «Toma lá Cerejas». O sucesso foi enorme. A partir daí nunca mais parou, participando em uma larga dezenas de revistas e operetas, tais como: «Alvorada de Amor»; «Colete Encarnado»; «Os Sinos de Corneville»; «A Viúva-alegre»; «As Pupilas do Sr. Reitor», opereta levada a cabo no Coliseu, onde interpretou o papel de Pedro; «Traviata»; «Nazaré»; «Alfacinha de gema»; «A Leiteira de Entre-Arroios»; «Bolacha Americana»; «Tiro-Liro»; «Sempre em Pé»; «Alto Lá com o Charuto»; «O Mundo em Marcha»; «Essa é que é Essa»; «Na Ponta da Unha»; «O Mar Também Tem Amantes»; «Sol de Portugal» e «Cantiga da Rua». Em 1944 Célia Gamez, a maior figura do teatro popular de Espanha, vem expressamente a Lisboa para ouvi-lo cantar e logo o contrata como primeira figura da sua Companhia de Revistas. Assim parte para Espanha, onde durante 18 meses alcança um sucesso sem precedentes.
Alberto Ribeiro começa a percorrer a Espanha, interpretando operetas de grande classe e espectáculo, tais como: «La Cinecienta del palace»; «Yola», «Rumbo a Pique». O seu cartaz em Espanha começa a aumentar e não tarda a receber propostas mais vantajosas para si.

CONTINUA...

música: «Maria Severa»

publicado por artistasdeoutrostempos às 23:33
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Domingo, 14 de Fevereiro de 2010

ALBERTO RIBEIRO CANTA «MEU BALÃO»

 

 

Alberto Dias Ribeiro, de seu nome completo, nasce em Ermesinde, localidade perto do Porto, a 29 de Fevereiro de 1920. Filho de um comerciante muito considerado na sua localidade, tudo indicava que Alberto Ribeiro iria seguir as pisadas de seu pai. Mas certo dia, quando tinha apenas oito anos de idade, Cristiano, seu irmão mais velho, que gostava de tocar guitarra, pede-lhe que cante acompanhando-o à guitarra. De inicio, ele procurava fugir a tal «frete», mas com o passar do tempo, o gosto pela música começa a crescer. Com nove anos, termina os seus estudos, ao concluir o exame da quarta classe. É nesta altura que a sua família muda-se para o Porto. Certa noite, estando Alberto Ribeiro e seu pai num conhecido café da Invicta, «o Portugal», local onde se cantava o fado, um amigo da família fala ao dono do café sobre ele, e é assim que Alberto Ribeiro se estreia a cantar em público. O sucesso é tal, que o dono do café o contrata por 15 escudos por dia, e isto com apenas 10 anos de idade. Com 15 anos, muda-se para Lisboa. Sem dinheiro nenhum, emprega-se numa fábrica de tecelagem, mas isso muda rapidamente pois ao fim de uma semana apenas, já estava contratado para cantar no «café Luso». Passa a estudar canto, com a professora D. Maria Antónia Palhares, que mal o conhece e ao escutar a sua voz, prevê que aquele jovem se tornaria em breve num ídolo nacional.

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publicado por artistasdeoutrostempos às 20:03
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